Que tal clonar o falecido?

dead-doll1a.jpg“Uma empresa sul-coreana passou a oferecer aos donos de cachorros a chance de clonar seus animais de estimação por um valor aproximado de US$ 148 mil.”

“[A empresa] espera entregar seu primeiro cachorro clonado por encomenda daqui cerca de um ano a uma mulher da Califórnia. Ela pagará US$ 150 mil a fim de conseguir uma réplica exata de seu pit bull “Booger”, morto há 18 meses. A californiana guardou material biológico do animal.” (Fonte: O Estado de S.Paulo)

O que era apenas ficção no filme Pet Sematary (baseado numa obra de Stephen King) começa a se tornar realidade. Tem ou não tem algo de muito doentio nisso?


(A imagem acima é uma dead doll. Cada uma que aparece…)

2 Respostas para “Que tal clonar o falecido?”

  1. Maria do Carmo Disse:

    Vi a foto e o título do post e lembrei do mesmo filme. Depois vi que vc tinha falado nele.
    É, muito bizarro. As pessoas querem passar por cima da vida e da morte.
    Acho péssimo.
    Abração

  2. Tyrannosaurus Disse:

    Olá Maria

    É… a vida real não deixa nada a desejar para a ficção em termos de bizarrice…

    Abração

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