Que tal clonar o falecido?
“Uma empresa sul-coreana passou a oferecer aos donos de cachorros a chance de clonar seus animais de estimação por um valor aproximado de US$ 148 mil.”
“[A empresa] espera entregar seu primeiro cachorro clonado por encomenda daqui cerca de um ano a uma mulher da Califórnia. Ela pagará US$ 150 mil a fim de conseguir uma réplica exata de seu pit bull “Booger”, morto há 18 meses. A californiana guardou material biológico do animal.” (Fonte: O Estado de S.Paulo)
O que era apenas ficção no filme “Pet Sematary“ (baseado numa obra de Stephen King) começa a se tornar realidade. Tem ou não tem algo de muito doentio nisso?
(A imagem acima é uma “dead doll“. Cada uma que aparece…)
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Sexta-Feira, 14 / Março / 2008 em 16:23
Vi a foto e o título do post e lembrei do mesmo filme. Depois vi que vc tinha falado nele.
É, muito bizarro. As pessoas querem passar por cima da vida e da morte.
Acho péssimo.
Abração
Quarta-feira, 9 / Abril / 2008 em 17:45
Olá Maria
É… a vida real não deixa nada a desejar para a ficção em termos de bizarrice…
Abração